
Praça do Teatro Carlos Gomes
10h ► BETO MALABARES | Gaspar – SC
Etnia: Cultura popular catarinense
Coordenadores: Beto Malabares e Rosinha Walter
Dança:
►Festejo do Boi de Mamão – Embalados com músicas da Banda Pirão Catarina, os personagens Boi de Mamão, o Cavalinho, a Bernúncia e a Maricota convidam o público a mergulhar em um universo de cantigas, contos e brincadeiras típicas da cultura popular de Santa Catarina.
Teatro Carlos Gomes → Auditório Heinz Geyer
19h ► GRUPO FOLCLÓRICO UCRANIANO BRASILEIRO VESSELKA – Prudentópolis – PR
Etnia: Ucraniana
Entidade associada: Paróquia São Josafat de Prudentópolis
Coordenador: Felipe Bobalo Soares
O Grupo Folclórico Ucraniano Brasileiro Vesselka foi fundado em 1º de agosto de 1958 pelo Pe. Efraim Krevey, com a coordenação das catequistas Nádia Shulan e Ana Hotz. Suas origens remontam à imigração ucraniana em Prudentópolis, acompanhando a história das primeiras famílias. “Vesselka”, que significa arco-íris, simboliza a aliança, o amor e a fidelidade, valores preservados pelo grupo por meio das danças folclóricas e costumes ucranianos.
Danças:
►Привіт / Pryivit – Com o pão e o sal, símbolos da fartura e da riqueza do povo ucraniano, o elenco saúda ao público seguindo a milenar tradição ucraniana de recepcionar seus convidados com o que há de melhor. O colorido e a diversidade dos trajes levam a uma viagem pelas regiões da nossa amada Ucrânia.
►Буковинський спадок / Bukovynsʹkyy Spadok – Energia e complexidade caracterizam os movimentos tradicionais da região de bukovyna, transmitindo através da dança o legado e a beleza de um povo.
►Гопак / Hopak – Com ritmo acelerado, solos espetaculares e movimentos rápidos, é a dança folclórica mais tradicional e querida de toda a Ucrânia, caracterizada pela força e habilidade dos rapazes em contraste com a suavidade, delicadeza e beleza feminina.
19h15 ►GRUPO FOLCLÓRICO ALPINO GERMÂNICO | Pomerode – SC
Etnia: Alemã
Entidade associada: AFG Associação dos Grupos Folclóricos Germânicos do Médio Vale do Itajaí / Associação dos Grupos de Danças Folclóricas Germânicas de Pomerode
Coordenador: André C. Siewert
O Grupo Folclórico Alpino Germânico originou-se em Blumenau, em 29 de setembro de 1968, mas transferiu-se para Pomerode, a cidade mais alemã do Brasil, de onde vinha a maioria dos componentes do grupo, sendo o grupo mais antigo do estado de Santa Catarina na etnia alemã. Por seu pioneirismo, o Grupo Folclórico Alpino Germânico inspirou mais pessoas a criarem grupos folclóricos na região do Vale do Itajaí.
Danças:
► Dorf Tanz – Em homenagem à primavera, esta dança é feita em zigue-zague, e mostra o desabrochar das flores.
► Zillertaller Hochzeitmarsch – Dança criada no Tirol austríaco, representa as festividades dos casamentos realizados nas comunidades do Vale do Zíller, muito apreciada em toda a Alemanha, Áustria e Suíça. Conhecida como a Marcha de Casamento.
► Moinho (Muhlrad) – Os moradores da bela região do Tirol, com o intuito de triturar cereais, usavam moinhos movidos a água, cujos movimentos e sons esta dança tenta representar. Como na sua origem, a dança é apresentada por dançarinos caracterizados como moleiros. No interior do município de Pomerode podemos ainda encontrar alguns destes moinhos.
19h30 ►GRUPPO FOLKLORICO ITALIANO LADRI DI CUORI | Cascavel – PR
Etnia: Italiana
Entidade associada: Gruppo Folklorico Italiano Ladri Di Cuori
Coordenador: Luciano Biaggi
O Gruppo Folklorico Ladri Di Cuori, fundado em 1995, é uma associação cultural sem fins lucrativos que há mais de 28 anos desenvolve trabalhos culturais, artísticos e sociais, tendo por objetivo principal o resgate e a manutenção dos costumes, das tradições e principalmente a alegria do povo italiano, de quem descende grande parte dos habitantes de nossa região. Já participou de inúmeros festivais nacionais e internacionais levando o que há de melhor do folclore italiano.
Dança:
►Carosello Napoletano – Apresentação de parte do Espetáculo Carosello Napoletano, de autoria do Gruppo Folklorico Italiano Ladri di Cuori, que conta a história de três cidades da Região da Campania: Sorrento, Capri e Napoli, suas tradições desde as tavernas de pescadores até as invasões dos piratas serracenos.
19h45 ►GRUPO CALA – Nova Prata – RS
Etnia: Gaúcha
Entidade associada: Entidade sem fins lucrativos
Coordenador: Gabriel Dall’Agnol de Paula
O CALA é um grupo de danças parafolclóricas da cidade de Nova Prata, região serrana do Rio Grande do Sul, composto por crianças, adolescentes, adultos e idosos. Fundado no ano de 1994, apresenta em seu repertório as danças gaúchas e latino-americanas. O grupo apresenta-se em festivais de folclore no Brasil e no exterior. Já esteve na Colômbia, México e Portugal. Recentemente conquistou o 1º lugar no maior festival de dança do mundo, o Festival de Dança de Joinville, no palco da sapatilha – categoria danças populares brasileiras –, e o 2° lugar no Dance Joaçaba na cidade de Joaçaba/SC, considerado o maior festival de danças do interior do estado de Santa Catarina.
Danças:
► A natureza da Serra – Representamos aqui, acontecimentos históricos e riquezas naturais do Rio Grande do Sul. O ritmo bugio é o único ritmo das nossas danças de salão, genuinamente gaúcho, oriundo das gaitas dos Irmãos Bertussi (artistas nascidos em nossa serra gaúcha). Esse ritmo nasceu através da imitação do som feito pelo animal (ronco do bugio) através dos baixos da gaita. Esta dança também destaca a gralha azul, ave típica da região sul. Ela é inteligente e gregária, um símbolo da conservação das florestas de araucárias do Rio Grande do Sul, especialmente na serra gaúcha e Aparados da Serra. Alimentando-se de pinhões, enterra suas sementes que germinam novas árvores.
►Vida de Campo – Esta coreografia busca representar e transmitir a vida no campo em sua essência mais profunda, mais precisamente a vida e o trabalho de quem mora nessas propriedades rurais no interior do Rio Grande do Sul. Pessoas que têm como rotina diária o árduo trabalho com o gado e a doma primitiva do cavalo, transformando a força rústica da gente do campo em movimentos expressivos que simbolizam o amor pela nossa cultura e nossa gente.
20h ►GRUPO FOLCLÓRICO POLONÊS ORZEŁ BIAŁY | Criciúma – SC
Etnia: Polonesa
Entidade associada: Sociedade Orzeł Biały
Coordenadora: Sirlei Novak
O Grupo Folclórico Polonês Orzeł Biały, de Criciúma/SC, foi fundado em 1975 por um grupo de descendentes de imigrantes poloneses. Em janeiro de 1980, por ocasião dos festejos do centenário de colonização do município de Criciúma, o grupo realizou sua primeira apresentação de danças folclóricas, sendo transcorridos 46 anos até aqui. Daquela data em diante, passou a participar de comemorações e festa locais, em diversos municípios e estados brasileiros.
Dança:
►Suita Kaszubska (Cachubsca) – Danças da região de Kaszuby (cachubi) situada na parte Nordeste da Polônia, próximo à cidade litorânea de Gdansk. Suas músicas e sua coreografia lembram os movimentos do mar Báltico, suaves ou rápidas, porém lindos e graciosos.
20h15 ►EINTRACHTVOLKSTANZGRUPPE | Blumenau – SC
Etnia: Alemã
Entidade associada: Associação dos Grupos Folclóricos Germânicos do Médio Vale do Itajaí (AGF)
Coordenadores: Cleiton Juan Bardini, Marlon Jonathan Paulino, Ana Júlia Volpi e Jennifer Novak
O Eintrachtvolkstanzgruppe foi fundado no bairro Itoupava Central, em Blumenau, com a missão de preservar e difundir a cultura germânica por meio da dança folclórica, mantendo vivas as tradições trazidas pelos imigrantes alemães. Em seus 39 anos de trajetória, tornou-se referência cultural na comunidade, participando de celebrações típicas, promovendo ações sociais e fortalecendo valores como união, respeito e cooperação entre diferentes gerações. Com figurinos tradicionais e coreografias autênticas, o grupo já se apresentou em diversas cidades brasileiras. É o compromisso com a tradição e a harmonia que inspira seu nome.
Danças:
►Böhmerwald Landler – Para o Festfolk, o repertório de Schuhplattler foi especialmente preparado, reunindo coreografias que evidenciam a riqueza e a autenticidade dessa manifestação folclórica. Em uma cidade como Blumenau que, ao longo de mais de 170 anos, tornou-se plural e diversa, a apresentação reafirma que tradição e contemporaneidade podem caminhar juntas, convidando o público, independentemente de sua origem, a vivenciar e celebrar a força dessa expressão cultural no palco.
► Waldegger – A música, fundamento essencial da dança, é a força que impulsiona o movimento e desperta a criatividade. Essa inspiração se traduz em vigor, precisão e expressividade. Cada compasso conduz os passos, cada melodia provoca novas possibilidades rítmicas, transformando som em gesto e tradição em espetáculo.
►Gaumarsch – Dançada, inicialmente, apenas por homens, a execução do Schuhplattler conta com pisadas no chão, palmas nas solas dos sapatos, nas coxas e nos joelhos com as mãos espalmadas. Por vezes o sapateado é representado por profissões daquela época; como mineiros, lenhadores, ferreiros e caçadores. Esses profissionais aplicavam suas habilidades da profissão no sapateado para mostrarem sua adaptabilidade e criatividade.
►Amboßplattler – Ao final desta apresentação, o grupo se despede renovando seu compromisso com a preservação e a valorização da cultura germânica por meio do Schuhplattler e do Volktanz. Cada batida, cada passo e cada gesto carregam a história de gerações que mantiveram viva essa tradição, atravessando fronteiras e chegando até nós com a mesma energia e orgulho.
20h30 ►GRUPO DE PESQUISAS E PROJEÇÕES FOLCLÓRICAS GUARARÁS | Belo horizonte – MG
Folclore brasileiro
Entidade associada: Centro Mineiro de Danças Populares
Coordenador: Carlos Henrique Sampaio Moreira
Há 25 anos na cidade de Belo Horizonte, suas atividades iniciaram como projeto de extensão universitário, tornando-se um dos principais nomes da cultura popular no estado. Trata-se de um projeto voluntário, sem fins lucrativos que busca levar à comunidade a cultura popular por meio das suas manifestações, buscando em suas montagens ser fiel às tradições e às matrizes brasileiras. Participou como representante brasileiro em festivais nacionais e internacionais na Europa e Oriente Médio.
Danças:
►Baião – Dança de pares, com sapateados, palmas, umbigadas e meneios. Originada no século XIX e popularizada por Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga (1940).
►Xote – Batida de origem alemã, foi incorporada às festas populares do Brasil, principalmente no período junino. Seus passos seguem a batida do pé ao ritmo da zabumba. Dança-se aos pares numa variação de passos, respeitando o desenho coreográfico.
►Quadrilha – Abria os bailes da corte francesa. No Brasil incorporou o casamento para justificar a dança.