3 maio – 16 Festfolk

Etnia: Italiana
Entidade associada: Gruppo Folklorico Italiano Ladri Di Cuori
Coordenador: Luciano Biaggi

O Gruppo Folklorico Ladri Di Cuori, fundado em 1995, é uma Associação Cultural sem fins lucrativos que há mais de 28 anos desenvolve trabalhos culturais, artísticos e sociais, tendo por objetivo principal o resgate e a manutenção dos costumes, das tradições e principalmente a alegria do povo italiano, de quem descende grande parte dos habitantes de nossa região. Já participou de inúmeros festivais nacionais e internacionais levando o que há de melhor do folclore italiano.

DANÇA:
Carosello Napoletano – Apresentação de parte do Espetáculo Carosello Napoletano, de autoria do Gruppo Folklorico Italiano Ladri di Cuori, que conta a história de três cidades da Região da Campania: Sorrento, Capri e Napoli, suas tradições desde as tavernas de pescadores até as invasões dos piratas sarracenos.


Etnia: Alemã
Entidade associada: Associação dos Grupos Folclóricos Germânicos do Médio Vale do Itajaí (AFG)/ Associação dos Grupos de Danças Folclóricas Germânicas de Pomerode
Coordenador: André C. Siewert

O Grupo Folclórico Alpino Germânico originou-se em Blumenau, em 29 de setembro de 1968, mas transferiu-se para Pomerode, a cidade mais alemã do Brasil, de onde vinha a maioria dos componentes do grupo, sendo o grupo mais antigo do estado de Santa Catarina na etnia alemã. Por seu pioneirismo, o Grupo Folclórico Alpino Germânico inspirou mais pessoas a criarem grupos folclóricos na região do Vale do Itajaí.

Danças:
Dorf Tanz – Em homenagem à primavera, esta dança é feita em zigue-zague, e mostra o desabrochar das flores.
Zillertaller Hochzeitmarsch – Dança criada no Tirol austríaco, representa as festividades dos casamentos realizados nas comunidades do Vale do Zíller, muito apreciada em toda a Alemanha, Áustria e Suíça. É conhecida como a Marcha de Casamento.
Moinho (Muhlrad) – Os moradores da bela região do Tirol, com o intuito de triturar cereais, usavam moinhos movidos a água, cujos movimentos e sons esta dança tenta representar. Como na sua origem, a dança é apresentada por dançarinos caracterizados como moleiros. No interior do município de Pomerode podemos ainda encontrar alguns destes moinhos.


Folclore brasileiro
Entidade associada: Centro Mineiro de Danças Populares
Coordenador: Carlos Henrique Sampaio Moreira

Há 25 anos na cidade de Belo Horizonte, suas atividades iniciaram como projeto de extensão universitário, tornando-se um dos principais nomes da cultura popular no estado. Trata-se de um projeto voluntário, sem fins lucrativos que busca levar à comunidade a cultura popular por meio das suas manifestações, buscando em suas montagens ser fiel às tradições e às matrizes brasileiras. Participou como representante brasileiro em festivais nacionais e internacionais na Europa e Oriente Médio.

Dança:
Boi da Paraíba, Cavalo Marinho e São Gonçalo – Compõem-se de cantos recitativos, situações cômicas e entrecho dramático, envolvendo a morte e a ressurreição do boi. Pertence ao ciclo natalino e seus personagens dividem-se entre humanos, bichos e fantásticos. Variante do boi-de-reis, localiza-se no Litoral, Zona da Mata e Cariri, principalmente em Bayeux e Mari. Auto do ciclo natalino, conserva alguns personagens do bumba-meu-boi e a mesma estrutura dramática, embora os cantos, o entrecho e a introdução sejam diferentes. Dança de São Gonçalo é uma homenagem ao santo para pagar promessas e agradecer por graças alcançadas. A dança é desenvolvida por pares de moças, cada uma levando um grande arco. O movimento das rodas é ordenado pelo “marcante”, única figura masculina presente.


Etnia: Ucraniana
Entidade associada: Paróquia São Josafat de Prudentópolis
Coordenador: Felipe Bobalo Soares

O Grupo Folclórico Ucraniano Brasileiro Vesselka foi fundado em 1º de agosto de 1958 pelo Pe. Efraim Krevey, com a coordenação das catequistas Nádia Shulan e Ana Hotz. Suas origens remontam à imigração ucraniana em Prudentópolis, acompanhando a história das primeiras famílias. “Vesselka”, que significa arco-íris, simboliza a aliança, o amor e a fidelidade, valores preservados pelo grupo por meio das danças folclóricas e costumes ucranianos.

Dança:
Гопак / Hopak – Com ritmo acelerado, solos espetaculares e movimentos rápidos, é a dança folclórica mais tradicional e querida de toda a Ucrânia, caracterizada pela força e habilidade dos rapazes em contraste com a suavidade, delicadeza e beleza feminina.


Etnia: Alemã
Entidade associada: Associação dos Grupos Folclóricos Germânicos do Médio Vale do Itajaí (AFG)
Coordenador: João Paulo Wust

Fundado em 1992, pelo casal Ary e Itala Lingner (ambos em memória), com o intuito de resgatar, preservar e renovar a cultura através da dança folclórica germânica, neste ano completa 34 anos de atividades.

O Volkstanzgruppe Grünes Tal possui em seu repertório, danças folclóricas e de projeção folclórica. Atualmente realiza seus ensaios na Sociedade Desportiva Vasto Verde, no bairro Velha, em Blumenau. Conta atualmente com as categorias mirim, infantojuvenil e adulto, e, nesta noite, realizará a apresentação apenas com a categoria adulto.

Dança:
Schlossfest in Oberkrain – Dança de folclore de projeção coreografada por Aryana Lingner (em memória) por volta do ano 2000. Ela é uma homenagem às festas nos castelos da região da Carníola Superior, atual Eslovênia.


Etnia: Polonesa
Entidade associada: Grupo independente com sede na Fundação Indaialense de Cultura (FIC)
Coordenadores: Jaqueline Korc e Jailsson Fabijaki

Fundado em 15 de janeiro de 2022 na Comunidade Católica de Santo Estanislau Kostka, o grupo folclórico polonês “CHŁOPI” Polski Zespół Folklorystyczny consolidou-se como o único guardião da herança eslava no Vale do Itajaí. Inspirado na grandiosa obra de Władysław Reymont, o grupo dedica-se a reavivar as tradições camponesas através de uma pesquisa etnográfica rigorosa que abrange os ritmos, danças e cantos mais tradicionais, como as polcas, valsas, kujawiaki, mazurki e oberki, que simbolizam o status e a história de seus antepassados. Mais do que entretenimento, o “CHŁOPI” promove o orgulho de pertencimento dos descendentes da região, integrando a fé católica, a culinária, o artesanato, a cultura e o vigor das danças tradicionais em cada apresentação. Com um olhar voltado à preservação e outro à educação cultural, o grupo firma-se como um elo vital entre o passado rural europeu e a identidade catarinense contemporânea.

Dança:
Chłopskie Wesiele – O Casamento Camponês encena as tradições junto da participação ativa do público, festejos de uma celebração de casamento entre os camponeses de Łowicz, no coração da Polônia. Inicia com o cortejo e a procissão dos noivos até a benção que recebe dos pais. Chegando ao ápice na celebração do Ocepiny, ritual de passagem onde a noiva deixa da sua família para assumir as responsabilidades da família que surge. Eventos intercalados com danças dinâmicas, wódka e ao temperamento típico dos povos eslavos.


Etnia: Gaúcha
Entidade associada: Entidade sem fins lucrativos
Coordenador: Gabriel Dall’Agnol de Paula

O CALA é um grupo de danças parafolclóricas da cidade de Nova Prata, região serrana do Rio Grande do Sul, composto por crianças, adolescentes, adultos e idosos. Fundado no ano de 1994, apresenta em seu repertório as danças gaúchas e latino-americanas. O grupo apresenta-se em festivais de folclore no Brasil e no exterior. Já esteve na Colômbia, México e Portugal. Recentemente conquistou o 1º lugar no maior festival de dança do mundo, o Festival de Dança de Joinville, no palco da sapatilha – categoria danças populares brasileiras , e o 2° lugar no Dance Joaçaba na cidade de Joaçaba/SC, considerado o maior festival de danças do interior do estado de Santa Catarina.

Dança:
Vida de Campo – Esta coreografia busca representar e transmitir a vida no campo em sua essência mais profunda, mais precisamente a vida e o trabalho de quem mora nessas propriedades rurais no interior do Rio Grande do Sul. Pessoas que têm como rotina diária o árduo trabalho com o gado e a doma primitiva do cavalo, transformando a força rústica da gente do campo em movimentos expressivos que simbolizam o amor pela nossa cultura e nossa gente.

Folclore brasileiro
Entidade associada: Centro Mineiro de Danças Populares
Coordenador: Carlos Henrique Sampaio Moreira

Há 25 anos na cidade de Belo Horizonte, suas atividades iniciaram como projeto de extensão universitário, tornando-se um dos principais nomes da cultura popular no estado. Trata-se de um projeto voluntário, sem fins lucrativos que busca levar à comunidade a cultura popular por meio das suas manifestações, buscando em suas montagens ser fiel às tradições e às matrizes brasileiras. Participou como representante brasileiro em festivais nacionais e internacionais na Europa e Oriente Médio.

Danças:
Carimbó – A Dança do Carimbó é principalmente dançada no estado do Pará e é considerada uma das mais expressivas manifestações folclóricas da região Norte. Os principais passos de sua coreografia são o volteado e o balanço de saias das dançarinas quando cruzam com seus pares na grande roda. Carimbó é o nome do tambor feito de um único tronco escavado, sobre o qual o tocador se senta e marca o ritmo afro da dança.
Peneira – A Dança da Peneira é uma dança folclórica tradicional brasileira, muito popular durante o ciclo das festas juninas, especialmente na região Nordeste. Ela representa o trabalho rural de joeirar grãos, com participantes balançando peneiras de palha, girando e jogando pipoca para o alto. Conhecida como uma dança de roda de adultos, Dança das Peneiras ou a Dança do Café, tem sua origem nos colonos trabalhadores nas fazendas de café. A coreografia segue gestos realizados na colheita.


Etnia: Alemã
Entidade associada: Associação dos Grupos Folclóricos Germânicos do Médio Vale do Itajaí (AFG)
Coordenadores: Cleiton Juan Bardini e Marlon Jonathan Paulino

O Eintrachtvolkstanzgruppe foi fundado no bairro Itoupava Central, em Blumenau, com a missão de preservar e difundir a cultura germânica por meio da dança folclórica, mantendo vivas as tradições trazidas pelos imigrantes alemães. Em seus 39 anos de trajetória, tornou-se referência cultural na comunidade, participando de celebrações típicas, promovendo ações sociais e fortalecendo valores como união, respeito e cooperação entre diferentes gerações. Com figurinos tradicionais e coreografias autênticas, o grupo já se apresentou em diversas cidades brasileiras. Além o seu compromisso com a tradição e a harmonia que inspira seu nome.

Para o Festfolk, o repertório de Schuhplattler foi especialmente preparado, reunindo coreografias que evidenciam a riqueza e a autenticidade dessa manifestação folclórica. Em uma cidade como Blumenau que, ao longo de mais de 170 anos tornou-se plural e diversa, a apresentação reafirma que tradição e contemporaneidade podem caminhar juntas, convidando o público, independentemente de sua origem, a vivenciar e celebrar a força dessa expressão cultural no palco.

Danças:
Langschottisch – Dançada, inicialmente, apenas por homens, a execução do Schuhplattler conta com pisadas no chão, palmas nas solas dos sapatos, nas coxas e nos joelhos com as mãos espalmadas. Essa execução tem como objetivo a demonstração de destreza, cortejo e conquista. O ritmo que dita as batidas é o “Ländler”, dança popular germânica, dançada no compasso de três tempos. Utiliza-se, também, a “marcha” na execução de alguns sapateados.
Gaumarsch – A música, fundamento essencial da dança, é a força que impulsiona o movimento e desperta a criatividade. No sapateado, essa inspiração se traduz em vigor, precisão e expressividade. Cada compasso conduz os passos, cada melodia provoca novas possibilidades rítmicas, transformando som em gesto e tradição em espetáculo.
Auf Der Autobahn – Ao som da vibrante composição de Slavko Avsenik, da Eslovênia, revelam-se as nuances e variações que dão vida ao sapateado. Com entusiasmo e energia ao final desta apresentação, o grupo se despede renovando seu compromisso com a preservação e a valorização da cultura germânica por meio do Schuhplattler. Cada batida, cada passo e cada gesto carregam a história de gerações que mantiveram viva essa tradição, atravessando fronteiras e chegando até nós com a mesma energia e orgulho.


Etnia: Polonesa
Entidade associada: Grupo independente com sede na Fundação Indaialense de Cultura (FIC)
Coordenadores: Jaqueline Korc e Jailsson Fabijaki

Fundado em 15 de janeiro de 2022 na Comunidade Católica de Santo Estanislau Kostka, o grupo folclórico polonês “CHŁOPI” Polski Zespół Folklorystyczny consolidou-se como o único guardião da herança eslava no Vale do Itajaí. Inspirado na grandiosa obra de Władysław Reymont, o grupo dedica-se a reavivar as tradições camponesas através de uma pesquisa etnográfica rigorosa que abrange os ritmos, danças e cantos mais tradicionais, como as polcas, valsas, kujawiaki, mazurki e oberki, que simbolizam o status e a história de seus antepassados. Mais do que entretenimento, o “CHŁOPI” promove o orgulho de pertencimento dos descendentes da região, integrando a fé católica, a culinária, o artesanato, a cultura e o vigor das danças tradicionais em cada apresentação. Com um olhar voltado à preservação e outro à educação cultural, o grupo firma-se como um elo vital entre o passado rural europeu e a identidade catarinense contemporânea.

Dança:
Karnawał Łowicki – No gélido inverno polonês, entre o Dia dos Três Reis Magos até a Terça-Feira de Carnaval, os camponeses realizavam o Entrudo, também conhecido como Zapusty: festejo cheio de alegria e brincadeiras, acompanhado das músicas e danças tradicionais de Łowicz, como polcas, kujawiaki e oberki. Envolve criaturas místicas de um mundo distante, na tentativa de atrair sorte e fertilidade, como o Turoń, criatura assustadora inspirada no auroque (um boi selvagem extinto), símbolo de fertilidade; a Koza, a cabra que simboliza a prosperidade; o Niedźwiedź, o urso que simboliza a força adormecida da natureza, que desperta no fim do inverno; o Koń, o cavalo, que representa o trabalho no campo; e o Bocian, a cegonha que anuncia a vinda da primavera e de boas novas.


Etnia: Alemã
Entidade associada: Associação dos Grupos Folclóricos Germânicos do Médio Vale do Itajaí (AFG)/Associação dos Grupos de Danças Folclóricas Germânicas de Pomerode
Coordenador: André C. Siewert

O Grupo Folclórico Alpino Germânico originou-se em Blumenau, em 29 de setembro de 1968, mas transferiu-se para Pomerode, a cidade mais alemã do Brasil, de onde vinha a maioria dos componentes do grupo, sendo o grupo mais antigo do estado de Santa Catarina na etnia alemã. Por seu pioneirismo, o Grupo Folclórico Alpino Germânico inspirou mais pessoas a criarem grupos folclóricos na região do Vale do Itajaí.

Danças:
Dorf Tanz – Em homenagem à primavera, esta dança é feita em zigue-zague, e mostra o desabrochar das flores.
Zillertaller Hochzeitmarsch – Dança criada no Tirol austríaco, representa as festividades dos casamentos realizados nas comunidades do Vale do Zíller, muito apreciada em toda a Alemanha, Áustria e Suíça. Conhecida como a Marcha de Casamento.
Moinho (Muhlrad) – Os moradores da bela região do Tirol, com o intuito de triturar cereais, usavam moinhos movidos a água, cujos movimentos e sons esta dança tenta representar. Como na sua origem, a dança é apresentada por dançarinos caracterizados como moleiros. No interior do município de Pomerode podemos ainda encontrar alguns destes moinhos.


Etnia: Ucraniana
Entidade Associada: Paróquia São Josafat de Prudentópolis
Coordenador: Felipe Bobalo Soares

O Grupo Folclórico Ucraniano Brasileiro Vesselka foi fundado em 1º de agosto de 1958 pelo Pe. Efraim Krevey, com a coordenação das catequistas Nádia Shulan e Ana Hotz. Suas origens remontam à imigração ucraniana em Prudentópolis, acompanhando a história das primeiras famílias. “Vesselka”, que significa arco-íris, simboliza a aliança, o amor e a fidelidade, valores preservados pelo grupo por meio das danças folclóricas e costumes ucranianos.

Danças:
Привіт / Pryivit – Com o pão e o sal, símbolos da fartura e riqueza do povo ucraniano, o elenco saúda ao público seguindo a milenar tradição ucraniana de recepcionar seus convidados com o que há de melhor. O colorido e a diversidade dos trajes levam a uma viagem pelas regiões da nossa amada Ucrânia.
Буковинський спадок / Bukovynsʹkyy Spadok – Energia e complexidade caracterizam os movimentos tradicionais da região de bukovyna, transmitindo através da dança o legado e a beleza de um povo.
Гопак / Hopak – Com ritmo acelerado, solos espetaculares e movimentos rápidos, é a dança folclórica mais tradicional e querida de toda a Ucrânia, caracterizada pela força e habilidade dos rapazes em contraste com a suavidade, delicadeza e beleza feminina.


Etnia: Alemã
Entidade associada: Associação dos Grupos Folclóricos Germânicos do Médio Vale do Itajaí (AFG)
Coordenador: João Paulo Wust

Fundado em 1992, pelo casal Ary e Itala Lingner (ambos em memória), com o intuito de resgatar, preservar e renovar a cultura através da dança folclórica germânica, neste ano completa 34 anos de atividades.

O Volkstanzgruppe Grünes Tal possui em seu repertório, danças folclóricas e de projeção folclórica. Atualmente realiza seus ensaios na Sociedade Desportiva Vasto Verde, no bairro Velha, em Blumenau. Conta atualmente com as categorias mirim, infantojuvenil e adulto, e, nesta noite, realizará a apresentação apenas com a categoria adulto.

Danças:
Schlossfest in Oberkrain – Dança de folclore de projeção coreografada por Aryana Lingner (em memória) por volta do ano 2000. Ela é uma homenagem às festas nos castelos da região da Carníola Superior, atual Eslovênia.
Hermsdorfer Dreikehr – Dança da década de 1990 da região de Berlim.
Margaretchen – Dança de Lüneburger Heide.


Etnia: Italiana
Entidade associada: Gruppo Folklorico Italiano Ladri Di Cuori
Coordenador: Luciano Biaggi

O Gruppo Folklorico “Ladri Di Cuori”, fundado em 1995, é uma Associação Cultural sem fins lucrativos que há mais de 28 anos desenvolve trabalhos culturais, artísticos e sociais, tendo por objetivo principal o resgate e a manutenção dos costumes, das tradições e principalmente a alegria do povo italiano, de quem descende grande parte dos habitantes de nossa região. Já participou de inúmeros festivais nacionais e internacionais levando o que há de melhor do folclore italiano.

Dança:
Sicilia D’Amuri – Apresentação de parte do Espetáculo Sicilia D’Amuri de autoria do Gruppo Folklorico Italiano Ladri di Cuori que nos mostra três tarantellas sicilianas, demonstrando a diversidade de passos em uma mesma região, finalizando com uma das mais importantes danças italianas, a Dança da Colheita da Uva.

<Voltar